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Primeiro ano de Tinta Ferreira como presidente da Câmara comentado em “Pontos de Vista”

Francisco Gomes

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O primeiro ano da presidência de Tinta Ferreira à frente da Câmara das Caldas da Rainha foi analisado na última emissão de “Pontos de Vista”, na Mais Oeste Rádio, numa parceria com o JORNAL DAS CALDAS. Emanuel Pontes, do MVC, considerou que “este primeiro ano revela mais do mesmo e que Fernando Costa não preparou os seus discípulos, porque a ‘nova dinâmica’ (slogan do PSD) embrulha os problemas de forma diferente”. No seu entender, “o presidente atual está a tentar resolver os problemas que Fernando Costa deixou, mas mal chegou quis foi agir, em vez de tomar pulso, planear e criar uma estratégia”. Tinta Ferreira “é o presidente dos atrasos nas obras da regeneração urbana, com os comerciantes prejudicados”. O elemento do MVC elogiou, no entanto, o “entendimento de todos os partidos na assembleia municipal” sobre o Hospital Termal.
Emanuel Pontes, João Frade, Fernando Rocha e Rui Gonçalves

Numa escala de 0 a 10, dá “nota 4” à presidência de Tinta Ferreira. Quanto ao desempenho da oposição, sustenta que o MVC “tem feito o seu papel”, mas sobre os restantes partidos “como vivemos num meio pequenino, há coisas que não são ditas ou denunciadas, porque as pessoas são amigas ou trabalham na mesma área, e confundem as atividades com o relacionamento”.

“A ação do presidente Tinta Ferreira faz alguma diferença do executivo liderado pelo dr. Fernando Costa. Está a tentar resolver problemas. É uma pessoa de trato afável e que sabe ouvir. A maior parte das pessoas do executivo anterior, mesmo funcionários, quando eu levantava questões, recebiam-me com duas pedras na mão. Neste momento, recebem-me muito bem”, manifestou Fernando Rocha, do Bloco de Esquerda.

Para o bloquista, “o dr. Tinta Ferreira e o seu executivo receberam um presente envenenado, e estão amarrados a prazos e contratos”.

“Até ver dou-lhe o benefício da dúvida”, disse Fernando Rocha, atribuindo a Tinta Ferreira a nota de “5+” e à oposição, sem contar com o BE, dá “5”. “O PCP tem feito uma oposição correta, e o BE também vai fazendo, embora como não tem representação na Assembleia Municipal tem menos visibilidade, mas a outra oposição não se vê”, declarou.

Rui Gonçalves, do CDS-PP, começou por sublinhar que “se este executivo fosse realmente novo, acharia prematuro estar ao fim de um ano a fazer um balanço do que foi feito, mas o dr. Tinta Ferreira, tal como o dr. Hugo Oliveira e a dra. Maria da Conceição eram vereadores e não podem dizer que não sabiam qual era o estado das coisas”.

“Não é uma questão de simpatia que estamos a tratar. Nas obras, o dr. Tinta Ferreira aparenta ser diferente mas na verdade não é assim tão diferente. Fez um esforço para resolver a questão dos grafittis que eram um flagelo da cidade e tentou implementar melhorias na limpeza e a tratar dos canteiros. Mas em relação à oposição não distribuiu pelouros. Faz de conta que toma em consideração as opiniões da oposição, até as aprova mas na verdade não as executa”, afirmou Rui Gonçalves, dando exemplo das propostas de recolha de lixo porta a porta na zona histórica da cidade ou da Rota dos Pomares em Flor, para levar o turismo às zonas rurais.

“A ‘nova dinâmica’ é um slogan eleitoral”, sustentou, dando “nota 5” ao primeiro ano de mandato. Quanto à oposição, acha que “está a fazer o seu papel, apresentando propostas construtivas, tendo nota 7 ou 8”.

João Frade, do PSD, considera que “esta é uma ‘nova dinâmica’, não renegando o passado”. “Este primeiro ano tem ficado muito marcado pelas obras da regeneração urbana. Gostariamos que pudessem evoluir mais rapidamente, mas há fatores externos, como as dificuldades dos empreiteiros e o tempo”, admitiu.

O social-democrata destacou a aprovação da passagem da gestão do património termal para a Câmara. “Foi a votação mais importante que houve neste primeiro ano”, frisou, realçando também “a limpeza de grafittis e espaços verdes”. “Conseguiu-se dar uma nova imagem à cidade e houve também uma aposta em realizar eventos para atrair turistas e consumidores, e dar outra visibilidade ao concelho”, apontou.

“Há igualmente uma aposta nos impostos baixos que este executivo mantém”, argumentou, para dar “nota 9 à Câmara pelo excelente trabalho que tem feito e nota 5 à oposição, cuja única grande proposta alternativa que apresentou foi por parte do CDS sobre parques de estacionamento na Praça da Fruta”.

Os representantes do PS e da CDU não participaram na emissão.

Helicópteros no Campo da Mata

Sobre a manchete do JORNAL DAS CALDAS da semana passada, que dava conta de que um helicóptero do INEM teve de pousar no Campo da Mata durante um jogo de futebol para transportar um doente do hospital das Caldas para Lisboa, Emanuel Pontes acha que “já deveria existir um heliporto para esse efeito e não o campo, que tem outros tipos de atividade”, fazendo notar que a utilização do helicóptero para levar doentes para unidades hospitalares centrais “será cada vez mais uma necessidade porque o hospital das Caldas anda a perder valências”.

Rui Gonçalves frisou que a situação se deve ao facto do Campo da Mata “não ser do Caldas, que o utiliza por cedência do Centro Hospitalar”, equacionando se “um clube com quase cem anos não devia ter um campo de futebol próprio”. “Não havendo outras condições, o campo tem de servir de heliporto”, apontou.

“É um campo de futebol ou é um heliporto?”, questionou Fernando Rocha. “Devem-se criar condições para que a situação não volte a acontecer”, defendeu.

Francisco Gomes

Numa escala de 0 a 10, dá “nota 4” à presidência de Tinta Ferreira. Quanto ao desempenho da oposição, sustenta que o MVC “tem feito o seu papel”, mas sobre os restantes partidos “como vivemos num meio pequenino, há coisas que não são ditas ou denunciadas, porque as pessoas são amigas ou trabalham na mesma área, e confundem as atividades com o relacionamento”.

“A ação do presidente Tinta Ferreira faz alguma diferença do executivo liderado pelo dr. Fernando Costa. Está a tentar resolver problemas. É uma pessoa de trato afável e que sabe ouvir. A maior parte das pessoas do executivo anterior, mesmo funcionários, quando eu levantava questões, recebiam-me com duas pedras na mão. Neste momento, recebem-me muito bem”, manifestou Fernando Rocha, do Bloco de Esquerda.

Para o bloquista, “o dr. Tinta Ferreira e o seu executivo receberam um presente envenenado, e estão amarrados a prazos e contratos”.

“Até ver dou-lhe o benefício da dúvida”, disse Fernando Rocha, atribuindo a Tinta Ferreira a nota de “5+” e à oposição, sem contar com o BE, dá “5”. “O PCP tem feito uma oposição correta, e o BE também vai fazendo, embora como não tem representação na Assembleia Municipal tem menos visibilidade, mas a outra oposição não se vê”, declarou.

Rui Gonçalves, do CDS-PP, começou por sublinhar que “se este executivo fosse realmente novo, acharia prematuro estar ao fim de um ano a fazer um balanço do que foi feito, mas o dr. Tinta Ferreira, tal como o dr. Hugo Oliveira e a dra. Maria da Conceição eram vereadores e não podem dizer que não sabiam qual era o estado das coisas”.

“Não é uma questão de simpatia que estamos a tratar. Nas obras, o dr. Tinta Ferreira aparenta ser diferente mas na verdade não é assim tão diferente. Fez um esforço para resolver a questão dos grafittis que eram um flagelo da cidade e tentou implementar melhorias na limpeza e a tratar dos canteiros. Mas em relação à oposição não distribuiu pelouros. Faz de conta que toma em consideração as opiniões da oposição, até as aprova mas na verdade não as executa”, afirmou Rui Gonçalves, dando exemplo das propostas de recolha de lixo porta a porta na zona histórica da cidade ou da Rota dos Pomares em Flor, para levar o turismo às zonas rurais.

“A ‘nova dinâmica’ é um slogan eleitoral”, sustentou, dando “nota 5” ao primeiro ano de mandato. Quanto à oposição, acha que “está a fazer o seu papel, apresentando propostas construtivas, tendo nota 7 ou 8”.

João Frade, do PSD, considera que “esta é uma ‘nova dinâmica’, não renegando o passado”. “Este primeiro ano tem ficado muito marcado pelas obras da regeneração urbana. Gostariamos que pudessem evoluir mais rapidamente, mas há fatores externos, como as dificuldades dos empreiteiros e o tempo”, admitiu.

O social-democrata destacou a aprovação da passagem da gestão do património termal para a Câmara. “Foi a votação mais importante que houve neste primeiro ano”, frisou, realçando também “a limpeza de grafittis e espaços verdes”. “Conseguiu-se dar uma nova imagem à cidade e houve também uma aposta em realizar eventos para atrair turistas e consumidores, e dar outra visibilidade ao concelho”, apontou.

“Há igualmente uma aposta nos impostos baixos que este executivo mantém”, argumentou, para dar “nota 9 à Câmara pelo excelente trabalho que tem feito e nota 5 à oposição, cuja única grande proposta alternativa que apresentou foi por parte do CDS sobre parques de estacionamento na Praça da Fruta”.

Os representantes do PS e da CDU não participaram na emissão.

Helicópteros no Campo da Mata

Sobre a manchete do JORNAL DAS CALDAS da semana passada, que dava conta de que um helicóptero do INEM teve de pousar no Campo da Mata durante um jogo de futebol para transportar um doente do hospital das Caldas para Lisboa, Emanuel Pontes acha que “já deveria existir um heliporto para esse efeito e não o campo, que tem outros tipos de atividade”, fazendo notar que a utilização do helicóptero para levar doentes para unidades hospitalares centrais “será cada vez mais uma necessidade porque o hospital das Caldas anda a perder valências”.

Rui Gonçalves frisou que a situação se deve ao facto do Campo da Mata “não ser do Caldas, que o utiliza por cedência do Centro Hospitalar”, equacionando se “um clube com quase cem anos não devia ter um campo de futebol próprio”. “Não havendo outras condições, o campo tem de servir de heliporto”, apontou.

“É um campo de futebol ou é um heliporto?”, questionou Fernando Rocha. “Devem-se criar condições para que a situação não volte a acontecer”, defendeu.

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