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Exposição coletiva no Museu do Ciclismo

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Foi inaugurada no passado sábado, no Museu do Ciclismo, nas Caldas da Rainha, uma exposição coletiva que gira em torno da etnografia, mostrando ao visitante fotografia de autor, no caso de Mário Lino que também é o comissário do certame e ainda aguarela de motivos africanos da autoria de Manuel Paiva, artesanato e etnografia de África e cerâmica caldense de tradição bordaliana numa nova visão revivalista de Carlos Martins.

apreço de toda a equipa de trabalho pela voz de Mário Lino, e rasgados elogios da representante da Federação Portuguesa de Ciclismo, foram referidos no discurso do vice-presidente da Câmara, Tinta Ferreira, que afirmou estar convicto de que “iniciativas desta natureza representam a verdadeira vocação do Museu do Ciclismo quando a par das suas exposições permanentes, patentes no 1º andar do edifício, onde os visitantes podem colher uma retrospetiva do ciclismo português, a sala de entrada do museu tem vindo a ser dedicada a mostras temporárias, neste caso um casamento perfeito em torno da etnografia nos seus diversos parâmetros”.

Mário Lino realça a preto e branco a bicicleta clássica e os usos e costumes que a rodeavam, nos transportes, nas festas, nos passeios, apresentando uma coleção de fotografias de rara sensibilidade, mostrando-nos gente do povo misturada com materiais utilitários, hoje documentos etnográficos a pretexto da bicicleta de antanho.

Manuel Paiva mostra um conjunto de aguarelas com sabor moçambicano, onde apresenta muna policromia de grande efeito os trajes tradicionais de África, deixando no ar as suas recordações das populações locais, nas festas, nos mercados, na labuta do dia a dia, dando ao conjunto uma poesia invulgar.

Carlos Martins reinventa a tradição dos velhos oleiros nos seus pratos gigantescos de mais de 50cm de diâmetro, tecnicamente muito difíceis de cozer dada a sua dimensão e que nos fazem regressar a Rafael Bordalo Pinheiro na sua figuração, a par com outras expressões da cerâmica artística e decorativa das Caldas da Rainha em vias de extinção.

As exposições estão patentes até 7 de julho e as entradas são livres.

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