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Presidente da comunidade intermunicipal do Oeste lamenta incumprimento do acordo da Ota

Carlos Barroso

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O presidente da OesteCIM está preocupado com o próximo orçamento de Estado e mostra-se desiludido com o facto deste governo, assim como o anterior, não cumprir o acordo da Ota.
Carlos Lourenço está desagradado/foto Carlos Barroso

“A maior parte do acordo da Ota era dinheiro comunitário. Não conseguimos resolver nada no anterior governo e também não conseguimos com este. O QREN está suspenso para as autarquias, e por isso não vale a pena referir mais nada. O plano ainda existe e julgo que não tem prescrição”, disse Carlos Lourenço. O responsável da comunidade intermunicipal do Oeste julga que o cumprimento do acordo não faria a região sair da crise, mas pelo menos poderia minimizar o impacto com a criação de emprego e dar maior atratividade. “Há coisas que deveriam ter sido feitas e poderiam dar alguma projeção. Poderíamos não sair da crise total, mas o que é certo é que minimizavam. Do dinheiro que era gasto, criavam-se postos de trabalho”, considerou. A taxa de execução do acordo da Ota, segundo Carlos Lourenço, está pouco acima de zero por cento. “É praticamente nula a execução do plano. Algumas das coisas que estavam combinadas, foram adulteradas”, vincou. O também autarca de Arruda dos Vinhos, contudo mostra-se desiludido porque para a região de Lisboa há dinheiro para obras. “Não concordamos que haja dinheiro para umas coisas e não haja para outras. É o caso de Lisboa, onde existem 230 milhões. No Oeste tivemos um prejuízo enorme e poderíamos ter feito algumas coisas. Não é por falta de contestação nossa, mas efetivamente é uma desilusão para todos nós”, referiu. Quanto ao orçamento de Estado, Carlos Lourenço apontou que poderá estar o futuro de algumas autarquias em situação mais difícil, como são os casos do Bombarral e Nazaré, e por isso o presidente da OesteCIM julga que terá de haver alguma ajuda. “Acompanhamos a vida das autarquias e as dificuldades vão-se notar cada vez mais no trabalho que as câmaras estão a fazer”, indicou.

Carlos Barroso

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