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EDITORIAL

Mar Salgado

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Em tempos idos, o mar representava a porta de saída e de chegada. Em Portugal, à faina do mar, juntaram-se as descobertas marítimas que permitiram “dar novos mundos ao mundo” e encher de orgulho patriótico as páginas da nossa História.

O mar era o ganha-pão de muitas famílias e, tantas vezes, o seu cemitério. Por isso, os homens respeitavam-no e temiam-no, pois aprenderam à custa de dor e de lágrimas que o homem nada pode contra a natureza. Não é o homem que “domestica” o mar; é o mar que “domestica o homem”.

Depois, inventaram-se os desportos de mar. O homem mede forças com o mar e brinca com ele como se fosse uma criança. E o medo do mar foi-se perdendo, aos poucos. Essa “coragem” crescente foi-se contagiando e atingiu aqueles que, sem saberem como lidar com o mar, se acham em condições de desrespeitar os alertas e a sinalização que aqueles que o conhecem bem colocam nas praias para que este, enfurecido, não roube mais vidas.

Também os nadadores-salvadores passaram a ser ignorados por aqueles que vandalizam as placas de sinalização, respondem ao apito como se se tratasse de um jogo de futebol e fingem não ver a bandeira vermelha, que recorda que o mar não está para brincadeiras.

O mar do Salgado, praia com apenas 100m de vigilância, tem roubado vidas nos últimos anos.

Se está de férias, respeite a sinalização colocada na praia que frequenta. Se já não está de férias e é daqueles que gosta de desafiar o perigo, lembre-se que o mar é o maior cemitério português…

Como dizia o anúncio, antigamente, não se esqueça que “Há mar e mar, há ir e voltar”!

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