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Contenção de fachadas dos Pavilhões do Parque D. Carlos I

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Há vários estudos de entidades de reconhecida competência, como o LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) que apontam para a necessidade emergente da execução de um projeto de contenção das fachadas dos pavilhões do parque D. Carlos I, em perigo de ruírem. Trata-se de edifícios de utilidade pública pela sua história e tipologia de construção. […]

Há vários estudos de entidades de reconhecida competência, como o LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) que apontam para a necessidade emergente da execução de um projeto de contenção das fachadas dos pavilhões do parque D. Carlos I, em perigo de ruírem. Trata-se de edifícios de utilidade pública pela sua história e tipologia de construção. Em caso de ruína não são reabilitáveis. É preciso ter consciência desta evidência. Segundo contactos estabelecidos com peritos neste tipo de processos os encargos para execução do projeto de contenção de fachadas serão de cerca de 2,5 milhões de euros (verba equivalente ao serviço de dívida que a câmara municipal de Leiria paga, por semestre, pelo investimento efetuado no estádio de Leiria, Euro 2004). Compete-nos, em termos de responsabilidade social: honrar o passado, respeitar o presente e construir o futuro. Só assim garantimos a solidariedade intergeracional. Infelizmente, Caldas da Rainha, desde 1988, por falta de visão estratégica dos seus líderes locais tem sido prejudicada a construção do seu futuro coletivo. Veja-se a perda do Hospital Oeste Norte, por mim defendido desde 2001, cuja necessidade, cada vez mais, se torna evidente. A não reabilitação da linha do oeste, a qual não irá acontecer até 2020. Se apenas tivessem sido construídas duas fachas de rodagem em cada sentido, em vez de três, na A-8, teriam sido poupados recursos suficientes para reabilitar a linha do oeste e o complexo termal. O problema é que devemos ser responsabilizados pelo que fizemos mas também pelo que não fizemos. Não basta gritar que vem lá o lobo! É preciso prevenir a sua chegada! Caldas da Rainha Cidade Termal? Adormeceu à sombra de um património histórico e termal. Outras termas menos gratificadas pela natureza e pela localização estão, no momento atual, com uma performance que é provocante face ao protagonismo do termalismo caldense ao longo de 500 anos Convém lembrar que Caldas fica a 90 minutos de 50% da população. Podemos referir casos portugueses e de Poços de Brasil (pesquisar no Google). Em 2004 fiz publicar um artigo, “Caldas Cidade Termal. Ser ou não Ser?” (pesquisar no Google) em que avancei com algumas soluções que aparecem plasmadas no estudo do ISCTE, só que agora existe um potencial de investimento, público e privado, quase reduzido a zero! Entendemos assim, lançar um desafio/apelo ao saber da engenharia portuguesa para que apresentem projetos de contenção das fachadas dos pavilhões do parque, de forma a garantir a sustentabilidade dos edifícios para mais 50 anos. Mesmo não se definindo, à partida, as suas futuras utilizações, estando de parte, segundo se vem afirmando a sua utilização para fins hoteleiros e/ou termais, pela sua tipologia física e estrutural dos edifícios. Como aprendi: «Há três tipos de empresas: as que fazem as coisas acontecer, as que veem as coisas acontecer e as que perguntam o que aconteceu» (anónimo). O que, como é evidente, também se aplica às cidades/regiões/países. Ou Caldas e os caldenses tomam consciência desta emergência e então Caldas Cidade Termal é para afirmar, ou devem pensar noutros desígnios para a Cidade. Nós, estamos aqui, porque queremos estar do lado da solução. Estou disponível para integrar uma “Task Force” a favor do Oeste e de Caldas Cidade Termal. Não há lugar a mais erros estratégicos e hesitações. A história, as atuais e futuras gerações não nos perdoará A não esquecer que se o mundo é plano, o Oeste também é plano. O desafio está lançado! José Marques

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