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Associações contra parque eólico na Serra de Montejunto

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Várias associações promoveram uma petição pública contra a instalação de um parque eólico na Serra de Montejunto. A QUERCUS/Associação Nacional de Conservação da Natureza, a ECTV/Espeleo Clube Torres Vedras, a ALAMBI/Associação para o Estudo e Defesa do Ambiente do Concelho de Alenquer, a ALT/Sociedade de História Natural, a AEP/Associação de Escoteiros de Portugal/Grupo 129 Torres […]
Associações contra parque eólico na Serra de Montejunto

Várias associações promoveram uma petição pública contra a instalação de um parque eólico na Serra de Montejunto. A QUERCUS/Associação Nacional de Conservação da Natureza, a ECTV/Espeleo Clube Torres Vedras, a ALAMBI/Associação para o Estudo e Defesa do Ambiente do Concelho de Alenquer, a ALT/Sociedade de História Natural, a AEP/Associação de Escoteiros de Portugal/Grupo 129 Torres Vedras e a ADDPCTV/Associação para a Defesa do Património de Torres Vedras, consideram que o parque “colocará em causa o estatuto de Paisagem Protegida e de Sítio de Importância Comunitária da Rede Natura 2000”. Encontra-se em processo de Avaliação de Impacte Ambiental o projeto de instalação do Parque Eólico do Cercal (concelho do Cadaval), que prevê a colocação de 17 aerogeradores em plena Paisagem Protegida da Serra de Montejunto e Sítio de Importância Comunitária da Rede Natura 2000. As organizações consideram que a instalação do parque eólico constituirá “um grave atentado à conservação dos valores naturais e à salvaguarda da paisagem”, pelo que promoveram a petição “Não ao parque eólico na Serra de Montejunto!”. As associações fazem notar que a Serra de Montejunto “constitui um repositório de vegetação natural de importância nacional, para além do interesse de ordem geológica, traduzido nos afloramentos rochosos, que proporcionam aspetos de grande interesse paisagístico, encenando panorâmicas de grande beleza natural”. No seu entender, “está em perigo a salvaguarda do último “ilhéu” ecológico do Oeste e existem fortes probabilidades de que a presença dos aerogeradores venha a destruir uma comunidade de morcegos existente num abrigo de importância nacional (1.ª prioridade de conservação), onde ocorrem várias espécies ameaçadas, sendo que três possuem o estatuto de “Criticamente Em Perigo” de extinção: o Morcego-de-ferradura-mourisco, o Morcego-de-ferradura-mediterrânico e o Morcego-rato-pequeno”. Por outro lado, o parque eólico “afetará significativamente habitats naturais e seminaturais e espécies da flora protegidos por legislação nacional e comunitária, e diversas espécies ameaçadas da avifauna, nomeadamente a Águia de Bonelli, espécie “Em Perigo” de extinção”. “Existem evidências que o Castro de Rocha Forte – monumento nacional – será destruído, e não foram estudadas alternativas de localização, contrariando a legislação nacional e comunitária em matéria de avaliação de impacte ambiental”, referem. A petição online pode ser assinada em http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=MTJ2011), para ser enviada à ministra do Ambiente. O parque eólico corresponde a um investimento de 45 milhões de euros na instalação, nas freguesias do Cercal e Lamas (Cadaval), de 17 aerogeradores, com uma potência global de 34 megawatts, capazes de produzir por ano 106 gigawatts de eletricidade. Para injetar a energia na Rede Elétrica Nacional, vai ser também instalada uma linha elétrica até ao posto da EDP da Merceana, a qual vai atravessar as freguesias do Cercal, Lamas (Cadaval), Abrigada, Ventosa, Olhalvo, Aldeia Gavinha, Merceana, Cabanas de Torres e Vila Verde dos Francos (Alenquer). Se for licenciado pelo Ministério da Economia, o parque eólico vai poder laborar durante 20 anos. Francisco Gomes

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