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“As Notas da República” – livro apresentado no CCC

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Depois de ser lançado a 14 de Dezembro do ano passado na Loja da Comissão para as Comemorações do Centenário da República, em Lisboa, e de ter sido apresentado em Janeiro na FNAC, no LeiriaShopping, “As Notas da República”, da autoria de Luís Tudella, voltou a ser apresentado na última quinta-feira, no Café Concerto no […]
As Notas da República – livro apresentado no CCC

Depois de ser lançado a 14 de Dezembro do ano passado na Loja da Comissão para as Comemorações do Centenário da República, em Lisboa, e de ter sido apresentado em Janeiro na FNAC, no LeiriaShopping, “As Notas da República”, da autoria de Luís Tudella, voltou a ser apresentado na última quinta-feira, no Café Concerto no CCC das Caldas da Rainha. A Caldas Editora, que lançou o livro, contou com a colaboração de Isabel Castanheira, proprietária da Loja 107, que organizou esta apresentação nas Caldas. Apesar das dificuldades económicas da mais emblemática livraria das Caldas da Rainha e da divulgação pública do seu encerramento, a livreira não deixou de cooperar, promovendo mais uma das suas iniciativas que trouxe a esta cidade os mais diversos autores portugueses. “As Notas da República”, a obra que relata pela primeira vez a história do escudo em papel-moeda, é já um sucesso a nível nacional. O seu êxito não se deve só ao sector bancário mas também perante os amantes da numária portuguesa e da História de Portugal, uma vez que o livro tem um resumo histórico das personalidades epigrafadas nas notas e fala também da história dos 100 anos da República. Na sessão de apresentação do livro, coube a António Salvador, proprietário do Grupo Oeste Capital, que inclui o Região da Nazaré e o Jornal das Caldas, propriedade da empresa jornalística Caldas Editora, proferir as primeiras palavras, anunciando que teve o desafio de fazer a edição em espanhol deste livro. Segundo este responsável é algo que está em discussão com a Câmara de Comércio e Indústria Luso Espanhola  e será possível para a Caldas Editora se houver viabilidade financeira no projecto. António Salvador mostrou-se satisfeito com o convite, relatando que “é prova que a obra tem qualidade e que há confiança nos seus protagonistas e entidades envolvidas”. Ainda ainda que no Concurso da RTP “Preço Certo”, o livro foi oferecido por uma concorrente das Caldas ao apresentador, Fernando Mendes. José Sobreiro, presidente do Conselho de Administração da Caixa de Crédito Agrícola das Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche, entidade que apoiou financeiramente a obra, esteve presente nesta sessão de apresentação, onde agradeceu à Caldas Editora por ter acreditado no projecto e ter editado uma obra com origem da nossa região, mas de âmbito nacional, e cujo mérito é conhecido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. “Cem anos de história contada através das personagens do papel-moeda, pareceu-nos um projecto muito interessante, visto sermos parte de uma instituição quase tão antiga como a República”, disse José Sobreiro, revelando que a Caixa de Crédito Agrícola das Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche faz 100 anos em 2013. Como a Câmara Municipal das Caldas da Rainha também apoiou este projecto, a sessão contou com a presença do presidente do Município, Fernando Costa. O autarca destacou o mérito do autor da obra, referindo que “Luís Tudella é uma pessoa muito conhecedora da numismática e da história do papel-moeda” e por isso apoiou a ideia “ainda antes de conhecer o livro, porque sabia que seria uma obra importante da divulgação deste sector financeiro e de um conjunto de personalidades importantes que figuram nas notas”. Nesta obra fala-se de todas as notas postas a circular pelo Banco de Portugal nos noventa anos de existência do escudo, entre 1911 e 2001, salientou o autor, acrescentando que o livro “tem uma abordagem ao papel-moeda do escudo, vulgo notas de banco e às figuras e imagens que compõem a frente e o verso, assim como uma pequena biografia das mesmas e algumas características das notas, quanto às chapas, às quantidades fabricadas e às datas de entrada e retirada de circulação”. “O papel-moeda é por excelência um meio de divulgação da cultura de um povo, pois nela vimos representados vultos da nossa história”, salientou Luís Tudella, que apresentou algumas curiosidades relativas ao papel-impresso em escudos, não só a propósito das figuras nele representadas como até na quantidade de notas produzidas em 90 anos. “Foram fabricadas 79 chapas, as quais produziram três mil setecentos e trinta e cinco milhões, duzentos e trinta e sete mil duzentos e cinquenta e oito notas. Foi a quantidade produzida pelo Banco de Portugal nesse período”, disse Luís Tudella. O livro tem 240 páginas totalmente a cores que contêm todas as notas emitidas e circuladas no período da República (1911 a 2001), até ao aparecimento do euro. Além das imagens das notas e dos seus dados técnicos, tem um resumo histórico das personalidades epigrafadas nas notas. Resulta da publicação de crónicas sobre a temática publicadas no JORNAL DAS CALDAS. As primeiras notas de que se fala neste livro são as de 50 centavos e de um escudo, as primeiras a ser produzidas em papel. Segundo o autor, “houve notas que foram retiradas de circulação em virtude de terem sido alvo de roubo. Estão incorporadas nestes casos as notas de 500$00, com a efígie do 1º. Vice-rei da Índia, Dom Francisco de Almeida e a nota de 1 000$00, com a efígie do rei D. Dinis, as quais foram alvo de assalto à agência do Banco de Portugal, na Figueira da Foz, preconizado pela Liga de Unidade e Acção Revolucionária – movimento da Luta Armada, sendo seu cabecilha Hermínio da Palma Inácio”. O livro tem a chancela da Caldas Editora, o apoio da Caixa de Crédito Agrícola de Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche, e da Câmara das Caldas e o patrocínio da Comissão para as Comemorações do Centenário da República. Marlene Sousa

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