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Independentemente das imposições da “Troika”, vivemos uma situação impossível: desemprego, ameaça de diminuição de salários e cortes dos subsídios de férias e natal, aumento de impostos, supressão de benefícios fiscais, para não mais dizer. Quem paga e sofre são os trabalhadores por conta de outrem, incluindo os do Estado, os reformados, e, as empresas honestas, […]

Independentemente das imposições da “Troika”, vivemos uma situação impossível: desemprego, ameaça de diminuição de salários e cortes dos subsídios de férias e natal, aumento de impostos, supressão de benefícios fiscais, para não mais dizer. Quem paga e sofre são os trabalhadores por conta de outrem, incluindo os do Estado, os reformados, e, as empresas honestas, os trabalhadores por conta própria honestos, todos sujeitos a IRS e IRC, e ao pagamento das contribuições para a Segurança Social e CGA. Entretanto, desde arquitectos, engenheiros, advogados, até, cabeleireiros, mecânicos, empregadas de limpeza, para não me alongar, que trabalham por conta própria, (alguns nem colectados estão), fogem aos impostos e aos descontos para a Segurança Social. – Oh freguês, com recibo são mais 23%, e, pf, pague em dinheiro (que tipos porreiros). Nem vale a pena falar de bancos, grandes accionistas, gestores, empresas de off-shore, e, por aí adiante. Portugal dava um exemplo ao Mundo propondo que o Estado fosse detentor de 60% das acções bancárias. Os trabalhadores enfrentam, cada vez mais, situações de precariedade. Façam-se estudos de mercado, promovam-se empresas, agricultura e pescas, com estudos técnicos, e, em vez de apoios monetários, coloquem-se trabalhadores, por períodos previamente definidos, pagos em ordenado e descontos para a Segurança Social, evitando-se, nestes casos, o subsídio de desemprego, estimulando-os ao bom desempenho, para assegurar a evolução da empresa e a continuidade do emprego. Apoie-se também, quer a patrões, quer a trabalhadores, o acompanhamento dos filhos, criando infantários e ATL’s, a funcionar durante mais horas, não fechando nas férias, o que proporcionaria, também, o emprego a educadores e auxiliares. Para quê o 12º ano obrigatório? Porque não se promovem, a partir do 5º ano, com a avaliação do mercado, criando os respectivos cursos de formação profissional. E, já agora, com a corrupção e criminalidade instaladas, sem punição, porque não se dá o exemplo, fazendo uma auditoria à gestão que levou à situação em que Portugal se encontra. É que, somos nós, o Povo, a pagar os erros dos “senhores”. Como disse no título, já chega de FFF. No tempo de Salazar eram Fátima, Futebol e Fado. Agora, com as máfias protegidas, é Futebol, Futebol, Futebol, o que dá Fortunas Fiscais Fugidoras. José Luiz Cavaco Ferreira

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