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Apresentado novo edifício do Teatro da Rainha

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O Teatro da Rainha, companhia de teatro profissional fundada em 1985 em Caldas da Rainha, celebra os seus 25 anos de existência com a Exposição 25+1, proporcionando uma viagem pelas diversas formas de que a memória, num teatro, se vai tecendo, na perspectiva de assinalar a passagem a um outro estádio da vida – a […]
Apresentado novo edifício do Teatro da Rainha

O Teatro da Rainha, companhia de teatro profissional fundada em 1985 em Caldas da Rainha, celebra os seus 25 anos de existência com a Exposição 25+1, proporcionando uma viagem pelas diversas formas de que a memória, num teatro, se vai tecendo, na perspectiva de assinalar a passagem a um outro estádio da vida – a construção do novo edifício, o Teatro da Caixa Preta, cujo projecto foi apresentado na inauguração da exposição pelo arquitecto Nuno Lopes, no passado dia 27. Na ocasião teve lugar a encenação da peça “Kabaret Keuner e outras histórias”, de Bertolt Brecht, um monólogo do caldense José Carlos Faria. Localizado na Praça da Universidade, o novo espaço “permite conferir a este novo equipamento o papel central no conjunto de equipamentos culturais e desportivos já existentes, constituindo-se assim como um edifício âncora para esta área de expansão urbana”, manifestou Nuno Lopes. O novo edifício do Teatro da Rainha contará com a participação financeira da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, conforme adiantado pelo próprio presidente da Câmara, reconhecendo o trabalho desenvolvido nestes 25 anos pelo Teatro da Rainha e a importância da companhia ter um espaço próprio, onde além da criação e apresentação de espectáculos, possa também desenvolver projectos de formação teatral. O encenador Fernando Mora Ramos descreveu que o novo Teatro “não é um qualquer espaço para um qualquer arbitrário e estatuído, mundano, desejo de ficcionar”. “Contamos histórias, partidas, incompletas e fundamentalmente interrogamos a vida, tentamos rir e denunciar as forças de destruição do humano: eis o teatro, esse vício de viver. Pois é a nossa opção e de tantos teatros pelo mundo, ser outros e localizar o desastre e a alegria através do prazer reflexivo, do sarcasmo e da dor”, sublinhou. “Com mais de cinquenta peças feitas, milhões de palavras nos cérebros, de clássicos e contemporâneos, centenas de sítios e cidades visitados, continuamos a desejar um teatro elitista para todos. Mas sobretudo desejamos que a atenção daqueles que deviam pensar que um país não é um pardieiro, muito menos uma contabilidade de mercearia, se identifique de facto com o interesse dos povos, a alegria de uma liberdade culta como plano”, comentou. A Exposição 25+1 é constituída por diversos materiais, desde desenhos, fotografias, pedaços de cenário, bandas sonoras, fragmentos de peças, e pinturas que farão deste acto de memória um gesto do presente e não uma viagem nostálgica. A mostra estará patente até 3 de Julho no Museu José Malhoa, no Parque D. Carlos I, de terça a domingo, entre as 10h00 e as 12h30 e das 14h00 às 17h00.

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