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Cortes no financiamento motivam receio de encerramento de Externato

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Foram despedidos, recentemente, quatro docentes do Externato Dom Fuas Roupinho, na Nazaré. Esta e outras situações actuais da instituição de ensino, que se prendem, essencialmente, com a nova gestão a cargo do Grupo GPS, foram mencionadas numa denúncia anónima, via e-mail, a vários órgãos de comunicação social. Segundo o e-mail, a razão dos despedimentos foi […]
Cortes no financiamento motivam receio de encerramento de Externato

Foram despedidos, recentemente, quatro docentes do Externato Dom Fuas Roupinho, na Nazaré. Esta e outras situações actuais da instituição de ensino, que se prendem, essencialmente, com a nova gestão a cargo do Grupo GPS, foram mencionadas numa denúncia anónima, via e-mail, a vários órgãos de comunicação social. Segundo o e-mail, a razão dos despedimentos foi o anúncio do Governo sobre os “cortes no financiamento ao ensino particular e cooperativo”. A direcção do Externato disse não fazer “qualquer sentido responder a um falso e-mail, criado cobardemente com intuitos inconfessáveis e a coberto do anonimato”. No referido e-mail, além dos despedimentos, consequência “dos anunciados cortes de financiamento ao ensino particular”, é afirmado que existe “uma pressão do corpo docente”, visível pelo facto de se encontrarem “nove professores de baixa”. Refere, ainda, que o ano lectivo arrancou com um número insuficiente de salas de aulas, devido às obras em curso nas instalações, o que originou a que as aulas fossem leccionadas em “condições irreais”. Fala-se, também, da carência de “canalização de água e gás nos laboratórios”, o que compromete a vertente prática das disciplinas. Segundo o autor do e-mail, os despedimentos dos quatro docentes “atingem vários grupos disciplinares”. Menciona que um dos professores despedidos, do grupo de biologia/geologia, estava a fazer a substituição de uma docente que se encontra de baixa, não estando previsto o seu regresso ao serviço. No grupo de físico-química estava a faltar um professor, e, actualmente, com mais um dispensado, os outros docentes viram a sua carga horária aumentar, afirmando ainda que “o serviço que era assegurado por quatro professores está agora a ser feito por dois”. Os restantes docentes despedidos foi um do grupo de matemática e outro do grupo de inglês. A direcção do Externato não quis comentar as afirmações do e-mail, classificando como um “inqualificável acto de terrorismo, para denegrir a imagem de uma Instituição respeitável como é o Externato Dom Fuas Roupinho, bem como para tentar arrastar para a lama todos quantos aqui exercem a sua actividade profissional de uma forma digna e responsável”. No entanto, a direcção referiu ainda que “todas as orientações e decisões de natureza pedagógica assumidas por este Externato fazem parte da sua organização interna, sendo sempre supervisionadas pela Administração Central do Grupo GPS, e dizem unicamente respeito à comunidade educativa (alunos, pais, professores e funcionários)”. O autor do e-mail não se identificou, mas no final da exposição forneceu à comunicação social alguns contactos de vários docentes, para que pudessem esclarecer mais pormenores sobre a situação actual do Externato. Esta atitude gerou algumas reacções dos docentes que foram mencionados. Foi o caso dos professores Maria João e Paulo Estrelinha. Os docentes numa nota à comunicação social demarcam-se da situação, afirmando que o e-mail os envolve “de forma abusiva, totalmente gratuita e cobarde”. Dizem, ainda, que e o autor do e-mail expôs publicamente os seus contactos pessoais, “sem autorização”, atitude que os docentes condenam “veementemente”. Maria João diz ainda que o intuito do autor é “pura e simplesmente, denegrir o estabelecimento de ensino”, onde lecciona há 22 anos, enquanto Paulo Estrelinha acusa o autor do e-mail “de falta de coragem, de dignidade e de carácter”, por esconder a sua identidade. O Externato Dom Fuas Roupinho foi adquirido pelo Grupo GPS, que administra a instituição de ensino desde 1 de Setembro. O Grupo detém outros estabelecimentos, com os Colégios Rainha D. Leonor e São Cristóvão, ambos no concelho das Caldas da Rainha. Tânia Rocha

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