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Assinado protocolo para estudo do futuro do termalismo nas Caldas

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Foi na sessão solene no salão nobre do Hospital Termal, na tradicional cerimónia de 15 de Maio, dia da cidade, que a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, representada pelo seu presidente, Fernando Costa, e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) representada pelo seu presidente, Rui Portugal, assinaram um […]
Assinado protocolo para estudo do futuro do termalismo nas Caldas

Foi na sessão solene no salão nobre do Hospital Termal, na tradicional cerimónia de 15 de Maio, dia da cidade, que a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, representada pelo seu presidente, Fernando Costa, e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) representada pelo seu presidente, Rui Portugal, assinaram um protocolo para a elaboração de um estudo de avaliação gestionária, económica e financeira sobre o Hospital Termal Rainha Dona Leonor e o seu vasto património, visando a definição de um modelo de gestão autónoma. Para este estudo será constituído um grupo de trabalho cuja missão consistirá na avaliação dos activos objecto do estudo e na apresentação de propostas sobre o relançamento do termalismo, gozando da faculdade de contactar potenciais parceiros do projecto. O grupo de trabalho integrará representantes da ARSLVT, da Câmara das Caldas, do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Oeste Norte e de uma instituição universitária convidada. Os custos relativos à produção do estudo serão suportados numa terça parte pelo Município das Caldas e nas restantes duas partes pela ARSLVT, sendo esta a entidade promotora da adjudicação, após dado conhecimento prévio à Autarquia. O relatório final do grupo de trabalho deverá ser apresentado à ARSLVT noventa dias após a respectiva constituição. O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, presente na assinatura do protocolo referiu que “uma das funções deste grupo de trabalho é ir à procura de outros parceiros para que de facto se possa encontrar soluções e parcerias que tenham competência e know how para ajudar e participar na exploração do termalismo das Caldas da Rainha”. “O Ministério da Saúde não se demite da responsabilidade de manter o hospital termal a funcionar, e de manter a manutenção do património, mas naturalmente sabemos que esta não é e nem nunca será a primeira prioridade dos órgãos do Ministério da Saúde, portanto, há que encontrar outros parceiros”, declarou o governante. Segundo o secretário de Estado, “o grupo de trabalho não só analisará propostas que existam mas sobretudo identificará soluções, que podem ter parceiros privados”. Questionado sobre a proposta que o Montepio Rainha D. Leonor fez ao Ministério da Saúde para gerir o Hospital Termal, Francisco Ramos respondeu que não tem conhecimento pormenorizado dessa proposta. “Não sei se é meramente uma intenção ou se é uma proposta firme”, sustentou. O presidente da Câmara das Caldas defendeu que “no prazo de poucos meses se definam as principais directivas para o termalismo”. Segundo o autarca, esta “questão já tem barbas”. “Anda-se a discutir o relançamento do termalismo há mais de dez anos, passou de um governo para outro e o termalismo ainda não deu os grandes passos, porque ainda não se tomaram decisões”, declarou. Segundo Manuel Nobre, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Oeste Norte, o Ministério da Saúde tem vindo a assumir que não constitui sua vocação primária a gestão e exploração de equipamentos termais e neste contexto considera que “há que procurar outras soluções”. O Património Termal, no entender do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Oeste Norte, deverá ser alvo de uma avaliação dos activos associados ao Hospital Termal, com recurso a consultadoria especializada e tendo em vista a apresentação de propostas de criação de uma nova entidade, de natureza jurídica a definir e com fórmula organizacional e estatuária adequada à exploração desse património. “Da solução deverão fazer parte entidades públicas, entre as quais obrigatoriamente a própria Autarquia”, adiantou Manuel Nobre. Marlene Sousa

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