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Sarau comemorativo dos 75 anos do Museu José Malhoa

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A 28 de Abril de 1934 foi inaugurado o Museu José Malhoa, na “Casa dos Barcos”, no Parque D. Carlos I, mas a origem da instituição é de 1926, quando o artista ofereceu “ao povo das Caldas” o óleo Rainha D. Leonor. O projecto definitivo, dos arquitectos Paulino Montês e Eugénio Corrêa, foi inaugurado em […]
Sarau comemorativo dos 75 anos do Museu José Malhoa

A 28 de Abril de 1934 foi inaugurado o Museu José Malhoa, na “Casa dos Barcos”, no Parque D. Carlos I, mas a origem da instituição é de 1926, quando o artista ofereceu “ao povo das Caldas” o óleo Rainha D. Leonor. O projecto definitivo, dos arquitectos Paulino Montês e Eugénio Corrêa, foi inaugurado em 1940. Na altura foi o primeiro edifício do país construído de raiz para instalar um museu, sendo um exemplar da arquitectura modernista nacional. Hoje, o Museu José Malhoa, recentemente renovado e modernizado, continua a ter uma dinâmica muito forte. No passado dia 28 decorreu o sarau comemorativo dos 75 anos da Fundação do Museu José Malhoa. “Uma instituição que chega a uma idade destas da forma como tem desempenhado sua vida é de facto um sinal que há uma dinâmica”, afirmou Matilde Tomaz do Couto, directora do Museu José Malhoa. Para esta responsável, a efeméride é uma data que merece ser assinalada, até porque o museu reabriu ao público a 19 de Dezembro de 2008, “completamente renovado, com uma das maiores obras de remodelação da sua história”. A Liga dos Amigos do Museu José Malhoa associou-se à organização do sarau comemorativo. Coube à directora do Museu iniciar a cerimónia, fazendo uma pequena abordagem ao percurso desde a criação do Museu, salientando a acção de António Montês. Focou alguns ciclos de actividades que foram marcantes, como exemplo “em 1943 uma exposição de artistas, do distrito de Leiria, em 1950 uma grande exposição de Malhoa, em 1955 outra grande exposição de Malhoa e contemporâneos, entre outras”. Joana Falcão, presidente da direcção da Liga de Amigos, fez a apresentação da medalha alusiva à reabertura do Museu, da autoria do mestre Herculano Elias. No final da cerimónia, o Grupo Coral dos “Pimpões” e os Jograis do Canto Sénior actuaram para o público. “Uma noite no Parque nos anos 20, anos loucos” Este sarau comemorativo marcou o início de uma programação que se estende até ao Dia Internacional dos Museus. No dia 29 de Abril, o Museu recebeu a apresentação do projecto “Vamos contactar com a Arte 2”. Uma iniciativa em parceria com a Escola Básica e Secundária Fernão do Pó do Bombarral, que se desenvolveu ao longo deste ano lectivo. No âmbito deste projecto, foram apresentadas duas actividades: “Vamos Vestir a Rainha do séc. XXI”, orientada pela professora Felisbela Carvalho, e “Olhares sobre Malhoa”, orientada pela docente Paula Rito. Na primeira actividade os alunos apresentaram em desfile os fatos que produziram para a rainha, tendo por mote uma publicação do Museu “Como se Veste uma Rainha”, com ilustração de Estela Batista Costa Na segunda actividade os estudantes apresentaram um painel de onze metros. “Vai ficar exposto na Escola Fernão do Pó e é constituído por diversas telas pintadas pelos alunos que se inspiraram na colecção de pintura do Museu”, explicou Matilde Tomaz do Couto. No dia 15 de Maio, à noite, o Museu José Malhoa irá apresentar o projecto “Retrato da Cidade”. Trata-se de uma instalação multimédia que foi apresentada no dia da inauguração do Centro Cultural e de Congressos (CCC) das Caldas da Rainha e que apresenta a fotografia de cerca de 300 pessoas de várias profissões e classes etárias das Caldas da Rainha. Na noite dos Museus, 16 de Maio, o Museu José Malhoa, em parceria com escolas e outras entidades irá dinamizar no Parque D. Carlos I “Uma noite no Parque nos anos 20, anos loucos”. Esta iniciativa vem na sequência do evento “Um dia no Parque há 100 anos”, que teve lugar em 2005. Cerca de uma centena de alunos do Colégio Frei São Cristovão em A-dos-Francos trajados à época irá participar nesta recriação do passado. Segundo a directora do Museu, “vai envolver muitas outras instituições, de forma a fazer-se essa reconstituição com dignidade e alegria”, acrescentando que “durante o dia haverá música no parque, danças de salão, bandas a tocar no coreto, crianças vestidas à época com os seus brinquedos e populares a venderem chás”. Nesta actividade, um grande quadro do Museu pintado por Carlos Neves, que representa “as noites de Máxime”, vai estar exposto. Dada a sua reabertura e remodelação, o Museu José Malhoa foi a instituição escolhida para a sessão de entrega de prémios e inauguração da exposição dos trabalhos premiados do concurso “A Minha Escola Adopta um Museu”, que resulta de uma parceria entre a DGIDC – Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular e o IMC – Instituto dos Museus e da Conservação. Esta actividade de âmbito nacional terá lugar no dia 18 de Maio. Marlene Sousa

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