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Reinventar a educação sexual

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Muito se tem falado e continua a falar em educação sexual nas escolas. Estamos é certo num terreno muito polémico e de não fácil discussão. Pior do que discuti-lo só mesmo os desafios pelos quais os adolescentes e jovens estudantes já na faculdade têm de ultrapassar. Especialmente nos casos onde se vai estudar para fora […]
Reinventar a educação sexual

Muito se tem falado e continua a falar em educação sexual nas escolas. Estamos é certo num terreno muito polémico e de não fácil discussão. Pior do que discuti-lo só mesmo os desafios pelos quais os adolescentes e jovens estudantes já na faculdade têm de ultrapassar. Especialmente nos casos onde se vai estudar para fora e se fica em campus universitários, os desafios redobram. Vive-se uma cultura muito permissiva e relativista, não só a nível de práticas sexuais como a todos os níveis, social, ético, filosófico… E chegando à adolescência, onde a pressão em termos de aceitação social é muito grande, se não há critérios bem definidos sobre as várias opções e atitudes a tomar é muito fácil deixar-se levar pelo ambiente e experimentar tudo o que socialmente se considera que se deve experimentar. O que implica já se sabe que tudo é válido e no campo sexual tudo é permitido menos engravidar. Para combater esta tendência laxista, numa universidade dos Estados Unidos e agora já com repercussão noutras universidades como Harvard, Yale, Princeton, Brown, Dartmouth, Columbia e Cornell, têm surgido associações como a Elizabeth Anscombe Society que defendem a tradicional ética sexual. O que se pretende é que se redignifique o acto sexual como algo próprio do casamento, onde as relações humanas são respeitadas e humanizadas e não meras experiências de prazer. Perguntas interessantes a colocarmo-nos hoje em dia é: Onde está a beleza do “fazer a corte”, onde está o verdadeiro namorar com o intuito de escolher o futuro marido/mulher? E isto independentemente das crenças religiosas. O que se vive hoje é uma procura de sexo só por si, sem compromisso, muito menos pensando em casamento. Nem se fala numa “educação para a abstinência” o que seria um método desaprovado para evitar gravidezes indesejadas. Apenas basta a pílula e preservativos. Daqui resultam como está à vista um cada vez maior número de divórcios, relações efémeras e passageiras, instáveis, filhos daqui e dali, irmãos e meios irmãos, famílias que já não famílias, são trapalhices. Que bom se Portugal seguisse o exemplo destas associações que começam a ganhar força nos Estados Unidos por exemplo e reinventasse a verdadeira educação sexual. Rita Parreira

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