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Final da Taça Distrital

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Peniche, 6 Ansião, 2 O mar (de Peniche) inundou Leiria Peniche Hélio; Ferreira, Laranja, Ricardo Viola e Rui João; Emanuel (Silva, aos 67m), Silvestre (Marinho, aos 79m) e Vasco; Márcio, Ruben e Paulinho (Baba, aos 74m). Suplentes não utilizados: João Miguel, Diogo, Bruno Costa e Vando. Treinador: Bastos Lopes Ansião Aguiar; Pouquinha, Jorge Fazenda (Ruizito, […]

Peniche, 6 Ansião, 2 O mar (de Peniche) inundou Leiria Peniche Hélio; Ferreira, Laranja, Ricardo Viola e Rui João; Emanuel (Silva, aos 67m), Silvestre (Marinho, aos 79m) e Vasco; Márcio, Ruben e Paulinho (Baba, aos 74m). Suplentes não utilizados: João Miguel, Diogo, Bruno Costa e Vando. Treinador: Bastos Lopes Ansião Aguiar; Pouquinha, Jorge Fazenda (Ruizito, aos 62m), Samuel e Rogério; Zé António, Pedro Neves e Pernadas (Bispo, aos 52m); Robson (João Pedro, aos 77m), Bajedas e Edu. Suplentes não utilizados: Marco, Telmo, Rui Valente e Simas. Treinador: Ricardo Silva Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria. Árbitro: Luciano Gonçalves, de Leiria Assistentes: Gracindo Vieira e Luís Calado Ao intervalo: 1-0 Golos: 1-0 por Márcio, aos 40m; 2-0 por Rogério, aos 56m)p.b.); 3-0 por Márcio, aos 61m; 4-0 por Ruben, aos 66m; 5-0 por Márcio, aos 68m; 5-1 por Bajedas, aos 83m; 6-1 por Ricardo Viola, aos 85m; 6-2 por Pedro Neves, aos 92m(g.p.). Acção disciplinar: amarelos para Paulinho (71m), Ricardo Viola (86m) e Hélio (91m). Empolgante. Assim se pode definir esta final da Taça Distrital que opôs Peniche ao Ansião. E nem a chuva estragou uma tarde de festa que os adeptos de uma e outra equipa fizeram questão em assinalar com uma presença tão significativa de fazer “inveja” a muitos encontros disputados pela UDL nos jogos da Bwin Liga. Houve chuva sim, mas de golos. É que 8 golos numa partida, é obra. E mais uma vez o Peniche mostrou que foi claramente a melhor equipa do campeonato e entregou mais uma factura bem cara ao adversário, nada mais nada menos do que seis golos. E se a festa se faz com golos, também sem público não há festa e o público penichense encheu-se de brio e, perdoem-me a expressão, inundou a cidade de Leiria com mais de meio milhar de adeptos. Há muito tempo que se não via tanto adepto do Peniche no apoio ao seu GDP. Bonito, bonito, bonito… para recordar e, se possível, para continuar. E foi nesta envolvência fantástica e neste ambiente vibrante que as equipas se entregaram à luta, com um Ansião muito ansioso e pouco atrevido, ante um Peniche mais tranquilo, e de início cauteloso e expectante, com Rui João e Emanuel a explorarem bem o flanco esquerdo, ocasionando uma primeira oportunidade ao minuto 8. Embora com algum predomínio, a partida era equilibrada e só a partir dos vinte minutos os comandados de Bastos Lopes assumem alguma superioridade e Emanuel e Márcio perdem duas boas ocasiões para inaugurar o marcador. Ao minuto 25, o Ansião sobe à área penichense e quase conseguia o golo. Numa desatenção defensiva, Robson passa Hélio e seria Laranja a tirar sobre a linha de golo. Um calafrio! Cautelas repartidas e parecia faltar um golo para animar as bancadas. E acabaria mesmo por aparecer para o Peniche, sobre o intervalo. Após mais um susto de um cruzamento de Edu, na sequência Vasco percorre todo o flanco esquerdo e cruza milimetricamente para o goleador Márcio. O ponta de lança, no sítio certo, só teve de cabecear para o primeiro. O intervalo chegava e, diga-se, com um resultado justo perante o melhor futebol apresentado. Na segunda parte tudo se alterou. A equipa campeã imprimiu um ritmo ainda mais vivo à partida, pressionou muito mais, chegando quase sempre primeiro à bola e os resultados acabariam por chegar. Quase se pode dizer que caiu a chuva e a noite sobre o estádio para os caçadores de Ansião e nasceu o sol, ou se quiserem, as estrelas para os locais. E que estrelas. A partir do segundo golo, o domínio penichense foi total enquanto que a formação de Ricardo Silva passou a jogar com o coração e pouco com a cabeça, pelo que a goleada era inevitável. O controlo era de tal forma que, no espaço de seis minutos, marcaram três golos. Festa dentro e fora das quatro linhas com os golos a surgirem com toda a naturalidade. E se Márcio marca um bom golo, se Ruben tem outra excelente execução, também é justo que se destaque o golão de Ricardo Viola a fechar a contagem. Mas o mais correcto e mais justo será o destaque para toda a equipa que esteve brilhante, mostrando todo o perfume qualitativo do seu futebol merecedor de pisar a relva do belo estádio Dr. Magalhães Pessoa. O Ansião seria um digno vencido, nunca encontrando argumentos para contrariar um Peniche muito forte e reconhecendo a justiça do resultado, merecendo os golos que marcou, numa excelente propaganda da modalidade. Boa arbitragem. José Monteiro

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