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Em prol do futebol juvenil

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Caldas com direcção até dia 30 de Maio António Ferreira e a restante direcção do Caldas vão permanecer em funções até 30 de Maio, altura em que terá lugar a Assembleia-Geral (AG) onde os elementos da direcção demissionários renunciarão definitivamente. Esta foi a solução encontrada, perante o vazio de listas, para que o clube continue […]
Em prol do futebol juvenil

Caldas com direcção até dia 30 de Maio António Ferreira e a restante direcção do Caldas vão permanecer em funções até 30 de Maio, altura em que terá lugar a Assembleia-Geral (AG) onde os elementos da direcção demissionários renunciarão definitivamente. Esta foi a solução encontrada, perante o vazio de listas, para que o clube continue a ter legitimidade estatutária, de modo a que a fenomenal época do futebol juvenil, que só termina no dia 22, não seja posta em causa e para que o clube possa receber o subsídio da autarquia e assim pagar as prestações dos acordos com a Segurança Social e Finanças. O futebol juvenil, que esta temporada alcançou excelentes resultados, na medida em que a equipa de juniores sagrou-se campeã, e está na final da taça distrito; os juvenis A também conquistaram o 1º lugar e no sábado vão estar na final da taça distrital; e os iniciados A ficaram em 4º lugar, a escassos dois pontos para disputar a segunda fase do campeonato nacional. O trabalho poderia ser posto em causa no caso de algum clube contestar a falta de alguém responsável pelo Caldas. Como ninguém quis que o futebol juvenil fosse prejudicado, Miguel Silva, presidente demissionário da AG, mostrou-se disponível para assegurar os actos correntes da vida do clube até ao fim da temporada, mas suscitadas algumas dúvidas relacionadas com o reconhecimento da legitimidade por parte da Associação de Futebol de Leiria (AFL) António Ferreira resolveu continuar apenas até ao final do mês. No entanto antes da chegada da solução temporária, o início da AG ficou marcado pela renúncia da direcção, com António Ferreira a explicar que é urgente tomar uma decisão e que o clube precisa de pessoas e de um dinamismo novo, visto que a sua direcção está exausta. O dirigente informou ainda que breve irá apresentar contas, mas fez questão de entregar a todos um quadro com um resumo onde dá a conhecer que o passivo do Caldas ronda os 224.075, 59 euros e onde se pode ver o que é que o clube deve à Segurança Social, Finanças, fornecedores, funcionários (posto Galp), jogadores e directores. A falta de apresentação de listas é preocupante, uma vez que com a renúncia o Caldas só tem “líder” até dia 30 de Maio, tendo Miguel Silva e Tinta Ferreira, vereador do desporto, dito que enveredaram esforços para encontrar alguém para substituir esta direcção, mas os seus esforços foram em vão. Todavia, no decorrer da AG Tinta Ferreira “convenceu” António Ferreira a permanecer no cargo mais alguns dias e tomou o compromisso, em conjunto com outras pessoas com quem falou durante uma pausa da AG, mas que optaram por não se assumirem perante a AG, de tentarem encontrar alguém para a direcção do clube alvinegro. António Ferreira esclareceu os possíveis interessados que o clube é viável e que tem um saldo mensal de 20 mil euros, o que exige muito trabalho. Vítor Marques, vice-presidente do Caldas, reforçou igualmente a ideia do cansaço da direcção como motivo para a demissão, revelando que agora a situação do clube é melhor do que quando entraram. Fez ainda notar que o futebol juvenil está disposto a continuar o seu trabalho e que a próxima temporada já está toda planeada e que apenas precisa de uma direcção. O elemento da direcção demissionária reportou também que é preciso que a nova direcção, em conjunto com os sócios, defina o caminho a seguir para o futebol sénior, visto que o clube não tem dinheiro para jogadores e que a aposta talvez devesse passar por usar os atletas formados pelo Caldas. Luís Xavier, elemento do futebol juvenil, quis esclarecer que não há dois clubes dentro do mesmo clube e que os directores do futebol juvenil não têm poder jurídico para representar o clube e que sem direcção não pode haver futebol juvenil. O director frisou também que o Caldas é um clube de referência na AFL não só pela quantidade, mas pela qualidade dos atletas caldenses. Henrique Querido, sócio e ex-presidente do Caldas, foi um dos poucos sócios que interveio e mostrou estar disposto a colaborar na tentativa de achar uma solução directiva para o clube caldense. Ana Norte

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