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Distrital da primeira divisão, zona sul

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Moitense empurrou Nadadouro para o último lugar Por causa da vitória na semana anterior, a primeira que conseguiu esta época no campeonato de futebol distrital da primeira divisão, zona sul, o Moitense, equipa do concelho da Marinha Grande, saiu do último lugar, que passou a ser ocupado pelo Nadadouro, equipa do concelho das Caldas da […]
Distrital da primeira divisão, zona sul

Moitense empurrou Nadadouro para o último lugar Por causa da vitória na semana anterior, a primeira que conseguiu esta época no campeonato de futebol distrital da primeira divisão, zona sul, o Moitense, equipa do concelho da Marinha Grande, saiu do último lugar, que passou a ser ocupado pelo Nadadouro, equipa do concelho das Caldas da Rainha, com quem no passado fim-de-semana teve o derradeiro jogo do campeonato. O resultado acabaria por ser um empate sem golos, o que deixou o Nadadouro em último e vingando a derrota que havia sofrido na deslocação às Caldas, em Janeiro, por 4-2. Foi em Alfeizerão, na penúltima jornada do campeonato, que o Moitense, ao vencer por um a zero, saiu da posição de lanterna-vermelha, no último escalão mais baixo dos campeonatos de futebol em Portugal. Quando no final da partida alguns adeptos telefonaram para Hélder Carpinteiro, um dos poucos sócios que acompanharam a equipa para saber o resultado, nem queriam acreditar que finalmente o Clube Desportivo Moitense tinha quebrado o jejum de mais de um ano e meio sem uma única vitória. Foi o ponto final em 54 jogos sem ganhar, desde a primeira jornada da época anterior, em Setembro de 2006, quando a equipa do Moitense regressou à competição após 13 anos de interregno. Na ocasião, a venceu o 22 de Junho/Amor por 5 a 2. Parecia ser um começo auspicioso mas a partir daí foi sempre a perder, com apenas alguns empates. Não se pense, no entanto, que os desaires levaram os atletas a caírem na desmotivação. O “capitão” Bruno Catalino testemunha que “um dos objectivos da equipa é não desistir, como outras fizeram, e apesar dos resultados aparecem muitos jogadores para os desafios e só faltam os lesionados”. “Em casa, vai muita gente para ver os jogos”, conta, para assegurar que também não existe “divórcio” com a massa associativa. “Não se pode exigir mais. Alguns dos atletas nunca tinham jogado à bola numa competição oficial. Para o ano será melhor”, comenta o sócio Hélder Carpinteiro. “Lesões sucessivas que afastaram elementos preponderantes no plantel e arbitragens tendenciosas”, explicam, no entender de José Rodrigues, um dos directores do clube, o posicionamento do Moitense. Para compensar a ausência de jogadores lesionados, o plantel teve de recorrer ao adjunto do treinador, José Ferreira, de 43 anos, que é guarda-redes na velha guarda do clube e que nos seniores é obrigado a jogar como médio defensivo. “Os jogadores não têm ordenado e têm que se contentar a nossa amizade e com um lanche após os encontros”, relata o director, assegurando que “a maior parte deles comparece nos três treinos semanais”. E nos jogos fora, deslocam-se nas suas próprias viaturas, sem que o clube pague a gasolina. Neste campeonato ninguém desce, porque já não há mais divisões, mas estava em jogo acabar a época como lanterna vermelha. O clube da aldeia da Moita, fundado em 1940, é um dos orgulhos da terra. Com 1100 sócios, tem kempo chinês, ginástica e a velha guarda do futebol, e organiza uma importante prova de ciclismo. Só faltava mesmo o futebol sénior, que o presidente e também treinador, Hélio Moleiro, resolveu reavivar. Há quatro anos na presidência, no segundo ano de mandato mandou limpar o mato que tapava o campo pelado e fez algumas obras na zona envolvente. “Não tínhamos futebol há treze anos. Começámos com jovens, ex-juniores e gente que não jogava à bola há quatro anos. Esta equipa está a servir de base para o projecto que temos para o clube, que é ter uma área desportiva com um campo sintético e escolas de formação”, descreve, contando este ano com um orçamento de nove mil euros. Francisco Gomes

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