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Igreja do Pópulo

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Depois do relógio e sinos, só falta funcionar o órgão de tubos O Museu do Hospital e das Caldas promoveu diversas actividades no âmbito do Dia Internacional dos Sítios e Monumentos, entre 18 e 20 de Abril. A temática escolhida para 2008 foi o “Património Religioso e Sítios Sagrados”. Durante os três dias participaram 416 […]
Igreja do Pópulo

Depois do relógio e sinos, só falta funcionar o órgão de tubos O Museu do Hospital e das Caldas promoveu diversas actividades no âmbito do Dia Internacional dos Sítios e Monumentos, entre 18 e 20 de Abril. A temática escolhida para 2008 foi o “Património Religioso e Sítios Sagrados”. Durante os três dias participaram 416 visitantes, entre percursos pelo Museu, à exposição “Reservas de Memórias” na Capela de S. Sebastião, Torre da Igreja de Nossa Senhora do Pópulo e Hospital Termal. Foi concretizado o grande objectivo destas comemorações através da recuperação do relógio da torre da Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, voltando este a funcionar em pleno desde 18 de Abril, depois de reparado pelo relojoeiro Hermínio Nunes. O relógio voltou a dar horas e os sinos a tocar. Segundo Tânia Jorge, técnica superior do Museu do Hospital e das Caldas, há toques diferentes de quinze em quinze minutos e às horas é tocado o “Angelus”. O primeiro toque é às oito da manhã e o último às nove da noite. A técnica orientou diversas visitas, uma delas ao interior da Igreja do Pópulo, acompanhada pelo JORNAL DAS CALDAS. O objectivo foi “chamar a atenção para a importância do património”. A Igreja do Pópulo, construído no final do séc. XV e património nacional desde 1910, não se dissocia do Hospital Termal, ao qual está ligado. Conta a História que a igreja tinha como função “o acompanhamento espiritual dos doentes”. “Logo no dia em que os doentes eram recebidos, um dos primeiros passos era irem à igreja fazer a confissão e comunhão, para depois iniciarem o tratamento”, contou Tânia Jorge. No tempo da rainha D. Leonor haveria ligação directa entre o hospital e a igreja. “Arquitectonicamente pertence ao ciclo manuelino primitivo mas a igreja é um espaço singular com estilos arquitectónicos variados no interior. 4500 azulejos revestem a capela”, referiu. Um dos destaques é o tríptico, encomenda feita pela Rainha D. Leonor. “Não se conseguiu chegar a consenso quanto à sua autoria”, revelou a técnica. Os altares com talha dourada também saltam à vista pela sua riqueza. O órgão de tubos, encomendado em 1825, está actualmente a ser alvo de uma campanha de angariação de fundos, tendo em vista a sua recuperação. Francisco Gomes

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