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Associação Comercial prepara esclarecimentos com inspector da ASAE

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João Frade e Pedro Carvalho, presidente e vice-presidente da Associação Comercial dos Concelhos de Caldas da Rainha e de Óbidos (ACCCRO), respectivamente, anunciaram que há intenção de ser realizada uma acção com a ASAE para que os comerciantes estejam esclarecidos sobre as várias normas. “Já tínhamos programado uma acção em Dezembro, onde vinha às Caldas […]
Associação Comercial prepara esclarecimentos com inspector da ASAE

João Frade e Pedro Carvalho, presidente e vice-presidente da Associação Comercial dos Concelhos de Caldas da Rainha e de Óbidos (ACCCRO), respectivamente, anunciaram que há intenção de ser realizada uma acção com a ASAE para que os comerciantes estejam esclarecidos sobre as várias normas. “Já tínhamos programado uma acção em Dezembro, onde vinha às Caldas um inspector da ASAE para falar aos comerciantes sobre as novas exigências para o comércio, mas por indisponibilidade de agenda da ASAE ainda não foi feita. Esperamos que no primeiro semestre deste ano consigamos fazer essa reunião de esclarecimento”, revelaram. João Frade considerou que “a legislação não é clara” em muitas actividades, como por exemplo a Lei do Tabaco. “Nos seus termos de aplicação a Lei não diz quais os parâmetros que vão ser utilizados na avaliação do fumo”, sustentou, esperando que a ASAE possa vir a trazer algumas respostas a estas normas, porque “temos tido muita preocupação na área da restauração”. Numa conversa com os jornalistas sobre os primeiros seis meses à frente da ACCCRO, a nova direcção lançou de novo o boletim da associação, de periodicidade trimestral, onde explana alguns conselhos para os associados e onde divulga os serviços existentes e que são na sua maioria gratuitos. Quanto ao grande objectivo desta direcção, a sua preocupação passou pelo saneamento das contas e a reestruturação do funcionamento interno da associação. “Com esta atitude foi alterado o funcionamento da ACCCRO, passando a direcção a ter um papel mais activo no dia a dia”, referiu. João Frade destacou que “estão a ser canalizadas verbas para pagar os erros cometidos no passado”, o que pensa cumprir até ao final do mandato. Até lá, João Frade e Pedro Carvalho querem ter as contas em ordem, criar o site da ACCCRO, manter a representatividade da associação junto dos comerciantes de Caldas e Óbidos, alterar os estatutos de forma a modernizá-la e torná-la mais profissional, criando actividades e delegações representativas em certas zonas territoriais. As medidas que foram tomadas para garantir uma redução de custo “passaram pelo corte de despesas de funcionamento”, onde se destaca “o corte no consumo de electricidade, corte no custo das telecomunicações e pela dispensa de um funcionário que auferia cerca de quatro ordenados mínimos e ainda ajudas de custo”. A dispensa deste funcionário deveu-se ao aspecto financeiro, mas também porque “foi modificado o modelo de funcionamento da ACCCRO. A direcção passou a ter um papel activo e fundamental na condução dos trabalhos”. Para o saneamento das contas da associação “foi feito um grande esforço”, o que permite que na próxima assembleia-geral, a 27 de Março, na apresentação do relatório de contas, sejam revelados os melhores resultados dos últimos 15 anos. “Ainda estamos a conferir as contas, mas pelo que nos foi dito pelo funcionário mais velho na casa, ele nunca se lembra de termos um resultado tão bom”, disse João Frade, acrescentando que “temos todas as dívidas controladas e negociadas”. O presidente da ACCCRO garantiu que “a associação não precisa de ser sustentada por entidades externas para garantir a realização das actividades a que se propõem”, sustentando que “temos verbas disponíveis para os eventos previstos”. João Frade garantiu que nenhum dos elementos da direcção é funcionário da ACCCRO, admitindo que depois de profissionalizar a direcção da ACCCRO, “poderá auferir uma quantia, mas sempre muito inferior ao que era recebido pelo anterior funcionário”. Com esta modificação os dirigentes conduzem os trabalhos e garantem presença na sede para dar resposta aos assuntos do dia a dia dos 800 associados. No atendimento, foi também aplicada uma melhoria, pretendendo-se “atender de uma forma mais profissional e eficiente todos os associados”. Foram por isso adquiridos novos equipamentos informáticos que “vieram diminuir o tempo de espera e agilizaram o tempo de resposta dos serviços”. Neste momento estão a trabalhar com quatro funcionários e uma estagiária, havendo ainda uma avença com o escritório de advogados e associados para prestar serviço jurídico gratuito aos associados. Anteriormente este serviço jurídico era prestado pelo antigo presidente da ACCCRO e actual presidente da associação de comerciantes criada em Óbidos, e João Frade desabafa que agora “o serviço é efectivamente prestado”. Sobre a associação criada em Óbidos, João Frade mostrou que “não está com receio”, vincando que “cada uma fará o que está ao seu alcance e no final os comerciantes é que verão quem obtém melhores resultados”. A ACCCRO não tem um espaço em Óbidos, mas o presidente espera encontrar um, até porque estão a ser desenvolvidas conversações com a edilidade local. Sobre as relações entre a ACCCRO e as autarquias, João Frade indicou que há sempre reuniões quando são solicitadas. A direcção enumerou algumas das actividades que já realizou, como a iluminação e animação de Natal, o dia dos namorados, mostra gastronómica e dia do pai. No decorrer deste ano irão realizar-se actividades relacionadas com o dia da mãe, mostra e concurso e mostra de doçaria, concurso de gastronomia, concurso de montras, dia do livro, o Natal de 2008, entre outras. Vai ainda ser feito um workshop de vitrinismo para associados que se vai realizar na sede da ACCCRO. Sobre o Plano Global do Comércio e que a actual direcção da ACCCRO apresentou na Assembleia Municipal das Caldas, João Frade acredita que “há algum trabalho feito pela autarquia”, mas reivindica o sistema de vídeo vigilância na cidade, por não haver capacidade de ser implementado o corpo de guardas nocturnos. Por outro lado reclama por “mais limpeza das ruas e das fachadas dos edifícios, sinalização rodoviária e maior divulgação turística do concelho”, esperando que até à instalação das grandes superfícies “estejam concluídos mais parques de estacionamento e mais artérias requalificadas”. O presidente dos comerciantes espera ainda que haja mais adesão por parte dos comerciantes aos instrumentos de crédito disponíveis. Carlos Barroso

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